Porto Alegre — RS · CNS 099226

Registro de Imóveis da 1a Zona de Porto Alegre

Registro de Imóveis

Registro de Imóveis da 1a Zona de Porto Alegre é uma serventia extrajudicial do município de Porto Alegre (RS), com as atribuições de Registro de Imóveis. Seu código no Cadastro Nacional de Serventias (CNS) é 099226.

A situação jurídica registrada no CNJ é provido, com Joao Pedro Lamana Paiva como responsável.

No 1º semestre de 2026 declarou ao CNJ arrecadação de R$ 21.297.825 em 238.387 atos, 16,8% acima do mesmo semestre de 2025.

É a 2ª maior arrecadação entre as 34 serventias do município que declararam esse semestre.

Porto Alegre tem 1.388.791 habitantes (IBGE, 2026) e 36 serventias ativas no cadastro.

R$ 21,3 mi
Arrecadação — 1S2026
R$ 21.297.825, declarada ao CNJ
238,4 mil
Atos — 1S2026
238.387
+16,8%
Contra o ano anterior
1S2026 sobre 1S2025
2º de 34
Em Porto Alegre
Arrecadação no 1S2026

Cadastro

CNS
099226
Atribuições
Registro de Imóveis
Situação
Ativa — provido
Responsável
Joao Pedro Lamana Paiva
Substitutos
Vinicius Teofilo Lottici Pereira, Yara Machado Paiva e Manuela Lopes Dipp
Endereço
Rua Anita Garibaldi — Boa Vista
CEP
90480-201
Município
Porto Alegre — Rio Grande do Sul
Telefone
(51) 3221-8747
CNPJ
87.136.354/0001-46
Instalação
05/07/1865
Informatizada
Sim
Equipe
65 pessoas (65 CLT)

Arrecadação por semestre

Valores declarados pela serventia ao CNJ no Justiça Aberta, em reais correntes (sem correção pela inflação).

SemestreArrecadaçãoAtosRepassesAo delegatário
1º semestre de 2026R$ 21.297.825238.387R$ 2.522.494R$ 18.775.330
2º semestre de 2025R$ 20.115.678249.267R$ 2.657.094R$ 17.458.584
1º semestre de 2025R$ 18.234.263217.257R$ 2.370.627R$ 15.863.636
2º semestre de 2024R$ 19.739.019230.784R$ 2.571.280R$ 17.167.739
1º semestre de 2024R$ 15.027.608178.661R$ 1.961.377R$ 13.066.231
2º semestre de 2023R$ 19.277.780235.273R$ 2.360.799R$ 16.916.981
1º semestre de 2023R$ 16.521.982205.971R$ 2.014.013R$ 14.507.969
2º semestre de 2022R$ 18.080.593231.534R$ 2.236.433R$ 15.844.160
1º semestre de 2022R$ 15.637.297218.445R$ 1.935.805R$ 13.701.491
2º semestre de 2021R$ 15.825.540252.100R$ 1.769.164R$ 14.056.376
1º semestre de 2021R$ 15.680.170226.940R$ 1.673.893R$ 14.006.277
2º semestre de 2020R$ 12.704.503214.381R$ 1.399.027R$ 11.305.476
1º semestre de 2020R$ 8.849.873193.944R$ 1.143.075R$ 7.706.799
2º semestre de 2019R$ 11.041.761209.025R$ 1.281.214R$ 9.760.547
1º semestre de 2019R$ 10.150.752186.521R$ 1.176.905R$ 8.973.847
2º semestre de 2018R$ 10.201.296199.151R$ 1.207.435R$ 8.993.861
1º semestre de 2018R$ 10.002.538199.824R$ 1.151.499R$ 8.851.039
2º semestre de 2017R$ 9.799.522206.292R$ 1.203.372R$ 8.596.150
1º semestre de 2017R$ 9.804.436210.451R$ 991.646R$ 8.812.790
2º semestre de 2016R$ 9.953.661218.815R$ 709.519R$ 9.244.142
1º semestre de 2016R$ 9.486.665214.554R$ 663.292R$ 8.823.374
2º semestre de 2015R$ 10.338.58378.160R$ 760.653R$ 9.577.930
1º semestre de 2015R$ 9.393.31875.348R$ 575.222R$ 8.818.096
2º semestre de 2014R$ 9.339.07276.351R$ 633.625R$ 8.705.448
1º semestre de 2014R$ 8.401.05271.014R$ 576.728R$ 7.824.325
2º semestre de 2013R$ 8.830.86285.111R$ 0R$ 8.830.862
1º semestre de 2013R$ 7.233.23075.526R$ 0R$ 7.233.230
2º semestre de 2012R$ 9.128.52282.595R$ 0R$ 9.128.522
1º semestre de 2012R$ 7.649.050234.088R$ 0R$ 7.649.050
2º semestre de 2011R$ 6.560.132211.605R$ 0R$ 6.560.132
1º semestre de 2011R$ 6.138.474193.879R$ 0R$ 6.138.474
2º semestre de 2010R$ 7.013.549204.717R$ 0R$ 7.013.549
1º semestre de 2010R$ 5.376.556196.749R$ 0R$ 5.376.556
2º semestre de 2009R$ 7.010.483217.634R$ 0R$ 7.010.483
1º semestre de 2009R$ 4.707.235198.871R$ 0R$ 4.707.235
2º semestre de 2008R$ 6.001.262209.996R$ 0R$ 6.001.262
1º semestre de 2008R$ 4.154.833134.400R$ 0R$ 4.154.833
2º semestre de 2007R$ 4.584.972139.949R$ 0R$ 4.584.972
1º semestre de 2007R$ 3.765.304119.058R$ 0R$ 3.765.304
2º semestre de 2006R$ 7.490.733100.691R$ 0R$ 7.490.733
2º semestre de 2005R$ 6.813.23094.890R$ 0R$ 6.813.230

Decisões sobre a delegação

  • 11/11/2011 · PROVIDO
    Provido via concurso de Remoção por título entre 09/07/2002 e 09/06/2009
  • 20/08/2010 · VAGO
    Trata-se de recurso interposto contra decisão publicada em 12/07/2010 e que não classificou o Registro de Imóveis da 1ª Zona de Porto Alegre/RS, CNS 09.922-6 (evento 4704) dentre aqueles regularmente providos. É o relatório. 1. A fim de dar cumprimento à delegação explicitada na Resolução n.º 80 do Conselho Nacional de Justiça, e no uso das atribuições constitucionais e regimentais atribuídas ao Corregedor Nacional de Justiça, proferi 14.964 decisões individualizadas sobre a situação dos serviços extrajudiciais do País, conforme publicação efetivada em 12/07/2010 no Diário de Justiça Eletrônico, 1.1 Diante da extensão do caso, foram publicadas cinco listas com as decisões pertinentes à situação de cada serviço extrajudicial, 1.2 A primeira lista explicita os 7.675 serviços considerados providos, incluídos 1.861 cartórios que foram considerados vagos na relação provisória de vacâncias e que após o pleno exercício do contraditório e da ampla defesa foram reclassificados para a condição de providos. A segunda é a lista dos serviços vagos (5.561), assim entendidos aqueles que estão sob a responsabilidade de interinos. A terceira lista traz os serviços excluídos de apreciação final em decorrência da judicialização do objeto da análise (470). A quarta lista explicita aqueles serviços cuja existência somente foi constatada após a requisição de novas informações aos Tribunais de Justiça e o cotejo feito entre os cadastros do CNJ, Ministério da Justiça e INSS/DATAPREV (1105). A última lista traz 153 serviços extrajudiciais não cadastrados junto aos Tribunais de Justiça ou ao CNJ, e cuja regularidade é objeto de diligências em curso junto à Corregedoria Nacional, 1.3 Em cada decisão consta a respectiva fundamentação e o número do evento no qual está a impugnação do interessado e/ou a documentação analisada no caso concreto, 1.4 Os eventos referidos nas decisões estão inseridos no processo eletrônico n. 38.441, do Conselho Nacional de Justiça, 1.5 Em conseqüência das constatações efetivadas foi proferida decisão explicitando os efeitos das decisões, inclusive quanto ao limite máximo da remuneração daqueles que respondem interinamente por serviços extrajudiciais. 2. A Resolução n. 80 do CNJ, nos seus artigos 1º e 2º, dita que: “Art. 1°. É declarada a vacância dos serviços notariais e de registro cujos atuais responsáveis não tenham sido investidos por meio de concurso público de provas e títulos específico para a outorga de delegações de notas e de registro, na forma da Constituição Federal de 1988, § 1º Cumprirá aos respectivos tribunais dos Estados, do Distrito Federal e Territórios elaborar lista das delegações vagas, inclusive aquelas decorrentes de desacumulações, encaminhando-a à Corregedoria Nacional de Justiça, acompanhada dos respectivos títulos de investidura dos atuais responsáveis por essas unidades tidas como vagas, com a respectiva data de criação da unidade, no prazo de quarenta e cinco dias. § 2º No mesmo prazo os tribunais elaborarão uma lista das delegações que estejam providas segundo o regime constitucional vigente, encaminhando-a, acompanhada dos títulos de investidura daqueles que estão atualmente respondendo por essas unidades como delegados titulares e as respectivas datas de suas criações. Art. 2º. Recebidas as listas encaminhadas pelos tribunais, na forma do artigo 1º e seus parágrafos, a Corregedoria Nacional de Justiça organizará a Relação Provisória de Vacâncias, das unidades vagas em cada unidade da federação, publicando-as oficialmente a fim de que essas unidades sejam submetidas a concurso público de provas e títulos para outorga de delegações. Parágrafo único - No prazo de 15 (quinze), a contar da sua ciência, poderá o interessado impugnar a inclusão da vaga na Relação Provisória de Vacâncias, cumprindo à Corregedoria Nacional de Justiça decidir as impugnações, publicando as decisões e a Relação Geral de Vacâncias de cada unidade da federação.” 2.1 O artigo 5º, § 2º, da Emenda Constitucional n. 45, por sua vez, estabelece: “Até que entre em vigor o Estatuto da Magistratura, o Conselho Nacional de Justiça, mediante resolução, disciplinará seu funcionamento e definirá as atribuições do Ministro-Corregedor”. 2.2. O Regimento Inte o do Conselho Nacional de Justiça, na redação da Emenda Regimental n. 1, de 09 de março de 2010, assim dispõe em seu art. 115: “Art. 115. A autoridade judiciária ou o interessado que se considerar prejudicado por decisão do Presidente, do Corregedor Nacional de Justiça ou do Relator poderá, no prazo de cinco (5) dias, contados da sua intimação, interpor recurso administrativo ao Plenário do CNJ. § 1º¹ São recorríveis apenas as decisões monocráticas terminativas de que manifestamente resultar ou puder resultar restrição de direito ou prerrogativa, determinação de conduta ou anulação de ato ou decisão, nos casos de processo disciplinar, reclamação disciplinar, representação por excesso de prazo, procedimento de controle administrativo ou pedido de providências ( destaquei)”. 3. Ao praticar ato por delegação do plenário que integra, o Corregedor Nacional agiu em nome do próprio colegiado, circunstância que afasta a natureza monocrática de sua decisão, 3.1 A ratio essendi da Resolução n. 80 do CNJ foi explicitar a uniformização do entendimento do colegiado sobre os múltiplos litígios que aportavam no Conselho Nacional de Justiça e tinham por objeto o serviço extrajudicial. Em busca dessa mesma uniformidade, nas sessões do CNJ de 09/09/2009 e 15/12/2009 o plenário deliberou de forma a preservar a harmonização, circunstância que culminou com a redistribuição de dezenas de processos relativos ao tema da Resolução nº 80 para esta Corregedoria Nacional, 3.2 O processamento de grande número de recursos individuais, e sua distribuição aleatória aos Srs. Conselheiros, implicaria em ilógico retrocesso, pois iniciaria novo ciclo de decisões de cunho difuso e afrontaria a razão de ser da Resolução 80 e da delegação contida no parágrafo único do seu artigo 2º. 4. Ante o exposto, nos termos do art. 25, IX, do Regimento Inte o do Conselho Nacional de Justiça, nego seguimento ao presente recurso por ser manifestamente incabível. Dê-se ciência à recorrente. Cópia da presente servirá como ofício.
  • 12/07/2010 · VAGO
    Trata-se de impugnação contra a inclusão da serventia extrajudicial da qual o requerente é responsável na Relação Provisória das serventias extrajudiciais consideradas vagas, conforme disposto no art. 2º da Resolução 80 do Conselho Nacional de Justiça. Da documentação acostada à impugnação, constata-se que a impugnante a Sra Gizele Maria Costi Moojen, vem sendo responsável pela Registro de Imóveis da 1ª Zona de Porto Alegre desde a morte do titular, ocorrida em 2001, e nele pretende permanecer até que novo delegado concursado assuma. Junta documentos. É o relatório. A atual Constituição Federal, em outubro de 1988, dispôs: "Art. 236 - Os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado, por delegação do Poder Público. (....) Parágrafo 3º - O ingresso na atividade notarial depende de concurso público de provas e títulos, não se permitindo que qualquer serventia fique vaga, sem abertura de concurso de provimento ou remoção, por mais de seis meses." A contar da vigência da Constituição de 1988, foi estabelecida a regra do concurso público para o ingresso na atividade notarial e de registro. A conclusão é a de que, a partir de outubro de 1988, não mais pode subsistir o critério que inobserve o princípio constitucional da impessoalidade do art. 37 da CF, ou seja, não se admite que alguém venha a simplesmente receber a titularidade e a delegação do serviço, sem ser submetido a concurso público. Conquanto a requerente haja sido regularmente investida na função de substituta, constata-se que a designação apenas ocorreu após a nova ordem constitucional. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é firme no sentido de que após a promulgação da Constituição Federal de 1988, o ingresso na atividade notarial e de registro ocorre apenas pela via única e exclusiva do concurso público, nos termos do § 3º do seu Art. 236 (AI 750519 AgR, Relator: Min. EROS GRAU, Segunda Turma, julgado em 20/10/2009, DJe-213 13-11-2009, RE 252313 AgR, Relator: Min. CEZAR PELUSO, Primeira Turma, julgado em 09/05/2006, DJ 02-06-2006 pp-00012, AgR-RE n. 413.082, Rel. Min. Eros Grau, DJ 5.5.06, RE 182.641/SP, Rel. Min. Otávio Gallotti, DJ 15.3.1996, AgR-RE 302.739/RS, Rel. Min. Nelson Jobim, DJ 26.4.2002, AgR-RE 541.408-2/MG, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, DJ 14.8.09). Com efeito, não há que se falar em direito adquirido do substituto à efetivação na serventia. No mais, o prazo da interinidade deverá observar as regras da Resolução n. 80 do CNJ. Diante do exposto, e em cumprimento a expressa atribuição constitucional (Art. 103-B, § 4º, II) no sentido de que compete ao Conselho Nacional de Justiça zelar pelos princípios que regem a administração pública (dentre eles o da impessoalidade), mantenho o Registro de Imóveis da 1a Zona de Porto Alegre dentre os vagos.
  • 24/01/2010 · VAGO
    Essa Serventia foi declarada vaga, pois seu titular foi nomeado ou designado sem a devida aprovação em concurso público regular.

Outras serventias em Porto Alegre

Fonte: Cadastro Nacional de Serventias e Justiça Aberta, do Conselho Nacional de Justiça; população do IBGE. Cadastro lido em 03/11/2026.