Caldas Novas — GO · CNS 025825

Cartorio Evelyn Tonioli Valente

Registro Civil das Pessoas Naturais, Tabelionato de Notas e Registro de Contratos Marítimos

Cartorio Evelyn Tonioli Valente é uma serventia extrajudicial do município de Caldas Novas (GO), com as atribuições de Registro Civil das Pessoas Naturais, Tabelionato de Notas e Registro de Contratos Marítimos. Seu código no Cadastro Nacional de Serventias (CNS) é 025825.

A situação jurídica registrada no CNJ é provido, com Evelyn Aida Tonioli Valente como responsável.

No 1º semestre de 2026 declarou ao CNJ arrecadação de R$ 2.114.729 em 19.206 atos, 39,6% acima do mesmo semestre de 2025.

É a 3ª maior arrecadação entre as 3 serventias do município que declararam esse semestre.

Caldas Novas tem 108.805 habitantes (IBGE, 2026) e 3 serventias ativas no cadastro.

R$ 2,1 mi
Arrecadação — 1S2026
R$ 2.114.729, declarada ao CNJ
19,2 mil
Atos — 1S2026
19.206
+39,6%
Contra o ano anterior
1S2026 sobre 1S2025
3º de 3
Em Caldas Novas
Arrecadação no 1S2026

Cadastro

CNS
025825
Atribuições
Registro Civil das Pessoas Naturais; Tabelionato de Notas; Registro de Contratos Marítimos
Situação
Ativa — provido
Responsável
Evelyn Aida Tonioli Valente
Substitutos
Sarah dos Reis Santos, Kelly Cristina Silva Negreiro Natal e Katiuce Divina da Silva Pio
Endereço
Rua Dr. Ciro Palmerston — Centro
CEP
75680-047
Município
Caldas Novas — Goiás
Telefone
(64) 3453-5294
CNPJ
04.447.917/0001-90
Instalação
29/01/1889
Informatizada
Sim
Equipe
17 pessoas (17 CLT)

Arrecadação por semestre

Valores declarados pela serventia ao CNJ no Justiça Aberta, em reais correntes (sem correção pela inflação).

SemestreArrecadaçãoAtosRepassesAo delegatário
1º semestre de 2026R$ 2.114.72919.206R$ 464.571R$ 1.650.158
2º semestre de 2025R$ 1.541.47519.577R$ 380.183R$ 1.161.292
1º semestre de 2025R$ 1.515.10618.549R$ 366.499R$ 1.148.607
2º semestre de 2024R$ 1.527.28719.003R$ 351.266R$ 1.176.021
1º semestre de 2024R$ 1.514.82220.527R$ 346.001R$ 1.168.820
2º semestre de 2023R$ 1.379.73320.315R$ 370.411R$ 1.009.322
1º semestre de 2023R$ 1.146.98519.999R$ 313.463R$ 833.523
2º semestre de 2022R$ 1.172.42818.951R$ 383.123R$ 789.306
1º semestre de 2022R$ 1.159.37219.428R$ 507.707R$ 651.665
2º semestre de 2021R$ 1.089.71920.052R$ 481.562R$ 608.157
1º semestre de 2021R$ 800.17019.646R$ 354.225R$ 445.945
2º semestre de 2020R$ 855.98819.146R$ 335.054R$ 520.934
1º semestre de 2020R$ 566.97916.942R$ 226.183R$ 340.797
2º semestre de 2019R$ 865.25424.081R$ 320.351R$ 544.903
1º semestre de 2019R$ 859.13425.700R$ 312.536R$ 546.598
2º semestre de 2018R$ 839.70426.185R$ 302.712R$ 536.992
1º semestre de 2018R$ 787.77529.272R$ 299.237R$ 488.538
2º semestre de 2017R$ 799.13333.458R$ 305.056R$ 494.077
1º semestre de 2017R$ 801.67738.728R$ 314.511R$ 487.166
2º semestre de 2016R$ 808.02435.288R$ 200.531R$ 607.492
1º semestre de 2016R$ 1.081.16940.900R$ 273.548R$ 807.621
2º semestre de 2015R$ 791.96739.098R$ 115.774R$ 676.193
1º semestre de 2015R$ 797.02243.491R$ 122.621R$ 674.401
2º semestre de 2014R$ 889.32236.486R$ 590.534R$ 298.788
1º semestre de 2014R$ 592.95927.434R$ 567.789R$ 25.169
2º semestre de 2013R$ 522.65130R$ 0R$ 522.651
1º semestre de 2013R$ 431.25330.562R$ 0R$ 431.253
2º semestre de 2012R$ 412.22131.148R$ 0R$ 412.221
1º semestre de 2012R$ 398.54530.963R$ 0R$ 398.545
2º semestre de 2011R$ 352.50833.388R$ 0R$ 352.508
1º semestre de 2011R$ 351.81233.675R$ 0R$ 351.812
2º semestre de 2010R$ 325.17134.265R$ 0R$ 325.171
1º semestre de 2010R$ 309.04032.373R$ 0R$ 309.040
2º semestre de 2009R$ 207.1421.768R$ 0R$ 207.142
1º semestre de 2009R$ 167.2311.794R$ 0R$ 167.231
2º semestre de 2008R$ 132.7371.723R$ 0R$ 132.737
1º semestre de 2008R$ 210.9781.793R$ 0R$ 210.978
2º semestre de 2007R$ 196.4931.641R$ 0R$ 196.493
1º semestre de 2007R$ 142.34222.163R$ 0R$ 142.342
2º semestre de 2006R$ 252.30119.712R$ 0R$ 252.301
2º semestre de 2005R$ 131.85012.090R$ 0R$ 131.850

Decisões sobre a delegação

  • 05/05/2016 · PROVIDO
    <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"> <span style="font-size: 14pt, line-height: 107%, font-family: "Times New Roman", serif, background-image: initial, background-attachment: initial, background-size: initial, background-origin: initial, background-clip: initial, background-position: initial, background-repeat: initial,">CERTIFICO que o status de provimento foi atualizado para PROVIDO, conforme decisão proferida no dia 05/05/2016 pela Corregedora-Nacional de Justiça, Ministra Nancy Andrighi, registrada sob o Id 1935208, do PP 0000535-94.2016.2.00.0000.<o:p></o:p></span>
  • 04/06/2014 · CONVERSÃO EM DILIGÊNCIA
    Status alterado pela corregedoria estadual.
  • 12/07/2010 · VAGO
    DECISÃO Trata-se de impugnação contra a inclusão da serventia extrajudicial da qual o requerente é responsável na Relação Provisória das serventias extrajudiciais consideradas vagas, conforme disposto no art. 2º da Resolução 80 do Conselho Nacional de Justiça. Da documentação acostada à impugnação, constata-se que conquanto a requerente haja sido regularmente investida na função de oficiala substituta e contasse, em 05 de outubro de 1983, com mais de 5 (cinco) anos de exercício na função, verifica-se que a vacância da serventia extrajudicial apenas ocorreu sob a égide da nova ordem constitucional. Preliminarmente, o interessado requer a aplicação do art. 54 da Lei nº 9.784/99, que define o prazo-limite de 5 anos para que a Administração possa anular os atos administrativos. O prazo previsto no artigo 54 da Lei n. 9.784/1999 não se aplica para a declaração de nulidade de ato administrativo ilegal, mas tão somente aos atos anuláveis. Há reiteradas decisões do C. Supremo Tribunal Federal no sentido de que na atual ordem constitucional a investidura na titularidade de unidade do serviço extrajudicial, cuja vacância tenha ocorrido após a promulgação da Constituição Federal de 1988, depende da realização de concurso público para fins específicos de delegação, inexistindo direito adquirido ao que dispunha o artigo 208 da Constituição Federal de 1967, na redação da EC 22/1982, quando a vaga ocorreu já na vigência da Constituição Federal de 1988 (RE 182641, 378347 e 566314, MS 27118 e 27104, Agravos de Instrumento 516427 e 743906, ADI 417-4, 363-1 e ADI/MC 4140-1, dentre outros). Portanto, a titularização em um serviço extrajudicial vago após a vigência da Constituição federal de 1.988, de pessoa que não prestou concurso público regular, é ato que se dá em clara afronta ao princípio republicano da impessoalidade e ao princípio da estrita legalidade administrativa. Pela intensidade do vício, a transformação do interino em titular de um serviço extrajudicial é ato nulo e não simplesmente anulável Oswaldo Aranha Bandeira de Mello, em sua obra "Princípios Gerais de Direito Administrativo", Forense, vol. I, 1ª edição, 1969, p. 576/579, traz a seguinte lição quanto à diferenciação entre atos administrativos nulos e anuláveis: "A invalidade decorre sempre da violação de uma norma jurídica, que faz acarretar essa conseqüência. Pressupõe a prática de ato administrativo contrário à lei, tendo em vista fatos contemporâneos à sua emanação, e, então, os seus efeitos ficam perturbados, ante essa anormalidade...` “Será nulo quanto à capacidade da pessoa se praticado o ato por pessoa jurídica sem atribuição, por órgão absolutamente incompetente, ou por agente usurpador da função. Será nulo quanto ao objeto, se ilícito ou impossível por ofensa frontal à lei, ou nele se verifique o exercício de direito de modo abusivo... Ao contrário, será simplesmente anulável, quanto à capacidade da pessoa, se praticado por agente incompetente, dentro do mesmo órgão especializado, uma vez o ato caiba, na hierarquia, ao superior. Outrossim, será tão-somente anulável o que padeça de vício de vontade decorrente de erro, dolo, coação moral ou simulação." Assim, designação posterior a 05 de outubro de 1988, que não seja decorrente de concurso público regular, só pode ter ocorrido a título precário, pouco importando o nome que lhe foi atribuído. Ainda que se entendesse que o ato irregular aqui analisado é anulável, há que se observar que a parte final do art. 54 da lei 9.784/1999 exclui os atos de má fé da proteção caracterizada pela decadência. A alteração do caráter da designação, de precária para definitiva, conforme pretende aquele que só pode ser considerado interino, caracteriza má fé incompatível com o princípio da segurança jurídica, cujo fundamento é proteger a confiança que se deposita no direito e no que é direito. O prazo decadencial de 05 anos para o desfazimento da irregularidade, portanto, tem por termo inicial o momento em que foi caracterizada a inversão do ânimo da posse por aquele que se julga “dono do cartório”, ou seja, a partir do momento em que o interino revelou, nesta impugnação, verdadeiro animus domini sobre serviço público que após a vigência da CF/1988 somente pode ser delegado por concurso público. O serviço pertence ao Estado e não a um particular nomeado com inobservância ao princípio da impessoalidade. A Ministra Ellen Gracie no MS28386 MC / DF, publicado em 01.12.2009, ressalva que “situações flagrantemente inconstitucionais como a remoção, por permuta entre notários e/ou registradores, sem a devida submissão a concurso público não podem e não devem ser superadas pela simples incidência do que dispõe o art. 54 da Lei 9.784/99, sob pena de subversão das determinações insertas na Lei Maior do País, a Constituição Federal.”. Ademais, o novo Regimento Inte o do CNJ, que tem por fundamento o § 2º do Art. 5º da EC 45/2004, ressalva expressamente a inaplicabilidade do prazo decadencial de cinco anos quando o ato examinado afrontar diretamente a Constituição Federal (RICNJ, art. 91, parágrafo único). Pelo exposto, rejeito a prejudicial. Quanto à efetivação na serventia, a irresignação está embasada no art. 208 da Constituição Federal de 1967, com a redação da Emenda nº22/82: "Art. 208 - Fica assegurado aos substitutos das serventias extrajudiciais e do foro judicial,na vacância,a efetivação, no cargo de titular, desde que,investidos na forma da lei, contém ou venham a contar cinco(5)anos de exercício nessa condição e na mesma serventia, até 31 de dezembro de 1983." Sobreveio a promulgação da atual Constituição Federal, em outubro de 1988, modificando a situação, com a seguinte disposição: "Art. 236 - Os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado, por delegação do Poder Público. (....) Parágrafo 3º - O ingresso na atividade notarial depende de concurso público de provas e títulos, não se permitindo que qualquer serventia fique vaga, sem abertura de concurso de provimento ou remoção, por mais de seis meses." Nos termos da redação conferida pela Emenda Constitucional 22/82 estabeleceu-se os seguintes requisitos para que se aperfeiçoasse o direito do oficial substituto à efetivação na titularidade da respectiva serventia extrajudicial: a) investidura, na função de oficial cartorário substituto, na forma da lei, b) contar, em 05 de outubro de 1988, com pelo menos 5 (cinco) anos de exercício de substituição na serventia cuja titularidade postula, e c) a ocorrência da vacância da titularidade da serventia até 05 de outubro de 1988. Diante dos dispositivos mencionados, o oficial substituto apenas faz jus à titularidade da respectiva serventia se preenchidos todos os requisitos estabelecidos pelo art. 208 da EC nº 22/88 durante a vigência da norma, ou seja, até o advento da Constituição Federal de 1988. A contar da vigência da Constituição de 1988, foi estabelecida a regra do concurso público para o ingresso na atividade notarial e de registro, regra esta de nível constitucional que exige o concurso público e revoga o artigo 208 da Carta Magna de 1967. A conclusão é a de que, a partir de outubro de 1988, não mais pode subsistir o critério de um serventuário venha a simplesmente receber a titularidade e a delegação do serviço, sem ser submetido a concurso público. No caso concreto, a vacância do cargo de titular somente ocorreu em plena vigência da regra do concurso, disposta na Carta de 1988. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é firme neste sentido: RE 597416 AgR / PR, Rel. Min. EROS GRAU, DJ 22.05.2009, AgR-AI n. 654.228, Relator Min. GILMAR MENDES, DJe de 18.4.08AgR-RE n. 413.082, Relator Min. EROS GRAU, DJ de 5.5.06, RE 182.641, Rel. Min. OCTÁVIO GALLOTTI, DJ de 15.03.96. Desse modo, com base na jurisprudência supramencionada, nego provimento à impugnação. Intime-se o impugnante.
  • 24/01/2010 · VAGO
    Essa Serventia foi irregularmente provida após 05/10/1988 com base no artigo 208 da CF, por isso foi declarada vaga.

Outras serventias em Caldas Novas

Fonte: Cadastro Nacional de Serventias e Justiça Aberta, do Conselho Nacional de Justiça; população do IBGE. Cadastro lido em 03/11/2026.