Canelinha — SC · CNS 106872
Escrivania de Paz do Município de Canelinha
Tabelionato de Notas e Registro Civil das Pessoas Naturais
Escrivania de Paz do Município de Canelinha é uma serventia extrajudicial do município de Canelinha (SC), com as atribuições de Tabelionato de Notas e Registro Civil das Pessoas Naturais. Seu código no Cadastro Nacional de Serventias (CNS) é 106872.
A situação jurídica registrada no CNJ é vago, com Georgia de Mello Ottano como responsável.
No 1º semestre de 2026 declarou ao CNJ arrecadação de R$ 475.553 em 12.134 atos, 14,9% acima do mesmo semestre de 2025.
Canelinha tem 13.819 habitantes (IBGE, 2026) e 1 serventia ativa no cadastro.
Cadastro
- CNS
- 106872
- Atribuições
- Tabelionato de Notas; Registro Civil das Pessoas Naturais
- Situação
- Ativa — vago
- Responsável
- Georgia de Mello Ottano
- Substituto
- Carla Jerusa Furbringer da Silva
- Endereço
- Avenida Cantorio Florentino da Silva — Centro
- CEP
- 88230-000
- Município
- Canelinha — Santa Catarina
- Telefone
- (48) 3264-1010
- CNPJ
- 11.639.900/0001-08
- Instalação
- 19/02/1934
- Informatizada
- Sim
- Equipe
- 4 pessoas (4 CLT)
Arrecadação por semestre
Valores declarados pela serventia ao CNJ no Justiça Aberta, em reais correntes (sem correção pela inflação).
| Semestre | Arrecadação | Atos | Repasses | Ao delegatário |
|---|---|---|---|---|
| 1º semestre de 2026 | R$ 475.553 | 12.134 | R$ 94.157 | R$ 381.396 |
| 2º semestre de 2025 | R$ 499.955 | 11.902 | R$ 113.186 | R$ 386.769 |
| 1º semestre de 2025 | R$ 413.885 | 11.009 | R$ 91.056 | R$ 322.829 |
| 2º semestre de 2024 | R$ 457.500 | 11.737 | R$ 102.366 | R$ 355.135 |
| 1º semestre de 2024 | R$ 406.098 | 11.837 | R$ 115.308 | R$ 290.790 |
| 2º semestre de 2023 | R$ 408.470 | 12.490 | R$ 136.804 | R$ 271.666 |
| 1º semestre de 2023 | R$ 382.790 | 12.226 | R$ 57.960 | R$ 324.829 |
| 2º semestre de 2022 | R$ 375.430 | 12.626 | R$ 48.812 | R$ 326.618 |
| 1º semestre de 2022 | R$ 342.620 | 12.591 | R$ 40.542 | R$ 302.077 |
| 2º semestre de 2021 | R$ 395.519 | 12.251 | R$ 35.868 | R$ 359.651 |
| 1º semestre de 2021 | R$ 380.445 | 13.128 | R$ 38.924 | R$ 341.521 |
| 2º semestre de 2020 | R$ 382.879 | 14.643 | R$ 43.928 | R$ 338.951 |
| 1º semestre de 2020 | R$ 259.764 | 11.839 | R$ 36.059 | R$ 223.705 |
| 2º semestre de 2019 | R$ 331.101 | 15.619 | R$ 43.544 | R$ 287.557 |
| 1º semestre de 2019 | R$ 309.607 | 16.127 | R$ 41.320 | R$ 268.287 |
| 2º semestre de 2018 | R$ 267.288 | 13.455 | R$ 33.919 | R$ 233.369 |
| 1º semestre de 2018 | R$ 224.809 | 12.513 | R$ 28.523 | R$ 196.286 |
| 2º semestre de 2017 | R$ 196.506 | 12.806 | R$ 31.323 | R$ 165.183 |
| 1º semestre de 2017 | R$ 182.345 | 12.182 | R$ 26.641 | R$ 155.704 |
| 2º semestre de 2016 | R$ 178.214 | 12.378 | R$ 28.701 | R$ 149.513 |
| 1º semestre de 2016 | R$ 116.183 | 10.842 | R$ 19.995 | R$ 96.188 |
| 2º semestre de 2015 | R$ 91.367 | 12.661 | R$ 16.342 | R$ 75.026 |
| 1º semestre de 2015 | R$ 109.610 | 11.781 | R$ 18.195 | R$ 91.415 |
| 2º semestre de 2014 | R$ 87.884 | 11.314 | R$ 16.404 | R$ 71.481 |
| 1º semestre de 2014 | R$ 88.792 | 11.557 | R$ 18.100 | R$ 70.693 |
| 2º semestre de 2013 | R$ 64.769 | 11.932 | R$ 0 | R$ 64.769 |
| 1º semestre de 2013 | R$ 64.829 | 11.632 | R$ 0 | R$ 64.829 |
| 2º semestre de 2012 | R$ 58.905 | 12.435 | R$ 0 | R$ 58.905 |
| 1º semestre de 2012 | R$ 63.053 | 12.626 | R$ 0 | R$ 63.053 |
| 2º semestre de 2011 | R$ 62.598 | 13.557 | R$ 0 | R$ 62.598 |
| 1º semestre de 2011 | R$ 63.396 | 12.001 | R$ 0 | R$ 63.396 |
| 2º semestre de 2010 | R$ 48.283 | 12.800 | R$ 0 | R$ 48.283 |
| 1º semestre de 2010 | R$ 46.626 | 12 | R$ 0 | R$ 46.626 |
| 2º semestre de 2009 | R$ 37.704 | 4.734 | R$ 0 | R$ 37.704 |
| 1º semestre de 2009 | R$ 37.704 | 4.734 | R$ 0 | R$ 37.704 |
| 2º semestre de 2008 | R$ 37.704 | 4.734 | R$ 0 | R$ 37.704 |
| 1º semestre de 2008 | R$ 37.704 | 5 | R$ 0 | R$ 37.704 |
| 2º semestre de 2007 | R$ 0 | 0 | R$ 0 | R$ 0 |
| 1º semestre de 2007 | R$ 42.222 | 5.823 | R$ 0 | R$ 42.222 |
| 2º semestre de 2006 | R$ 77.657 | 9.316 | R$ 0 | R$ 77.657 |
| 2º semestre de 2005 | R$ 64.150 | 7.452 | R$ 0 | R$ 64.150 |
Decisões sobre a delegação
- 01/10/2025 · VAGOStatus alterado pela corregedoria estadual. PORTARIA n. 164 DE 19 DE agosto DE 2025 Designa Georgia de Mello Ottaño como interina da Escrivania de Paz do Município de Canelinha - CNS 106872, da comarca de Tijucas. O CORREGEDOR-GERAL DO FORO EXTRAJUDICIAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA, Desembargador ARTUR JENICHEN FILHO, no uso de suas atribuições, de acordo com o art. 20, II, do Regimento Inte o do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e o art. 5º, VI, do Regimento Inte o da Corregedoria-Geral da Justiça: CONSIDERANDO o disposto no art. 39, § 2º, da Lei n. 8.935, de 18 de novembro de 1994, e no art. 383 do Código de Normas da Corregedoria-Geral do Foro Extrajudicial do Estado de Santa Catarina, CONSIDERANDO a vacância da Escrivania de Paz do Município de Canelinha - CNS 106872, em 1º/10/2015, CONSIDERANDO o término do prazo de interinidade da atual responsável pela serventia, limitado a 6 (seis) meses a partir da vacância, conforme art. 67 do Provimento CNJ n. 149/2023 (redação dada pelo Provimento n. 176, de 23 de julho de 2024), CONSIDERANDO o interesse de Georgia de Mello Ottaño, delegatária do Ofício de Registros Civis de Pessoas Naturais e de Interdições e Tutelas, das Pessoas Jurídicas e de Títulos e Documentos de São João Batista, na nomeação como interina da serventia vaga, CONSIDERANDO a regularidade da documentação por ela apresentada, CONSIDERANDO a anuência da Direção do Foro na consulta realizada, e CONSIDERANDO a decisão proferida nos autos n. 0066712-59.2025.8.24.0710, <strong>RESOLVE:</strong> Designar Georgia de Mello Ottaño, CPF ***.065.280-**, para responder interinamente pela Escrivania de Paz do Município de Canelinha - CNS 106872, da comarca de Tijucas, a partir do encerramento da transmissão de acervo. Revogar a Portaria n. 093/2019, de 22/10/2019, a partir do encerramento da transmissão de acervo. Registre-se. Publique-se. Cumpra-se.
- 28/11/2019 · VAGOStatus alterado pela corregedoria estadual.
- 11/12/2015 · VAGOStatus alterado pela corregedoria estadual.
- 19/11/2015 · CONVERSÃO EM DILIGÊNCIAStatus alterado pela corregedoria estadual.
- 12/07/2010 · PROVIDOTrata-se de impugnação contra a inclusão da serventia extrajudicial da qual o requerente é responsável na Relação Provisória das serventias extrajudiciais consideradas vagas, conforme disposto no art. 2º da Resolução 80 do Conselho Nacional de Justiça. Relata o impugnante, Sr. ANTÔNIO RIBEIRO AZEVEDO, que foi nomeado para o cargo de escrevente juramentada em 1984, e efetivado no cargo de Escrivão da Escrivania de Paz de Canelinha, comarca de Tijucas/SC, conforme Ato 403, de 6.6.1990. Entretanto, sua delegação foi anulada conforme decisão do STF no julgamento da ADI nº 363-1. Alega que constou do Edital 87/07, do concurso para provimento de serventias no Estado, a serventia que lhe é de delegada. Junta documentos. É o relatório. A irresignação está embasada no art. 208 da Constituição Federal de 1967, com a redação da Emenda nº 22/82: "Art. 208 - Fica assegurado aos substitutos das serventias extrajudiciais e do foro judicial, na vacância, a efetivação, no cargo de titular, desde que, investidos na forma da lei, contém ou venham a contar cinco (5) anos de exercício nessa condição e na mesma serventia, até 31 de dezembro de 1983." Sobreveio a promulgação da atual Constituição Federal, em outubro de 1988, modificando a situação, com a seguinte disposição: "Art. 236 - Os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado, por delegação do Poder Público. (....) Parágrafo 3º - O ingresso na atividade notarial depende de concurso público de provas e títulos, não se permitindo que qualquer serventia fique vaga, sem abertura de concurso de provimento ou remoção, por mais de seis meses." Nos termos da redação conferida pela Emenda Constitucional 22/82 estabeleceu-se os seguintes requisitos para que se aperfeiçoasse o direito do oficial substituto à efetivação na titularidade da respectiva serventia extrajudicial: a) investidura, na função de oficial cartorário substituto, na forma da lei, b) contar, em 05 de outubro de 1988, com pelo menos 5 (cinco) anos de exercício de substituição na serventia cuja titularidade postula, e c) a ocorrência da vacância da titularidade da serventia até 05 de outubro de 1988. Diante dos dispositivos mencionados, o oficial substituto apenas faz jus à titularidade da respectiva serventia se preenchidos todos os requisitos estabelecidos pelo art. 208 da EC nº 22/88 durante a vigência da norma, ou seja, até o advento da Constituição Federal de 1988. A contar da vigência da Constituição de 1988, foi estabelecida a regra do concurso público para o ingresso na atividade notarial e de registro, regra esta de nível constitucional que exige o concurso público e revoga o artigo 208 da Carta Magna de 1967. A conclusão é a de que, a partir de outubro de 1988, não mais pode subsistir o critério de um serventuário venha a simplesmente receber a titularidade e a delegação do serviço, sem ser submetido a concurso público. No caso concreto, a vacância do cargo de titular somente ocorreu em plena vigência da regra do concurso, disposta na Carta de 1988. Não restam dúvidas de que o caso vertente se amolda a perfeição aos inúmeros precedentes do Supremo Tribunal Federal (RE 597416 AgR / PR, Rel. Min. EROS GRAU, DJ 22.05.2009, AgR-AI n. 654.228, Relator Min. GILMAR MENDES, DJe de 18.4.08AgR-RE n. 413.082, Relator Min. EROS GRAU, DJ de 5.5.06, RE 182.641, Rel. Min. OCTÁVIO GALLOTTI, DJ de 15.03.96), que reconhecem não haver direito adquirido com base no Art. 208, da Constituição pretérita para o Substituto à efetivação no cargo de Titular se a vacância deste se deu após a Constituição de 1988. A atual Constituição Federal, em outubro de 1988, dispôs: "Art. 236 - Os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado, por delegação do Poder Público. (....) Parágrafo 3º - O ingresso na atividade notarial depende de concurso público de provas e títulos, não se permitindo que qualquer serventia fique vaga, sem abertura de concurso de provimento ou remoção, por mais de seis meses." A contar da vigência da Constituição de 1988, foi estabelecida a regra do concurso público para o ingresso na atividade notarial e de registro. A conclusão é a de que, a partir de outubro de 1988, não mais pode subsistir o critério que inobserve o princípio constitucional da impessoalidade do art. 37 da CF, ou seja, não se admite que alguém venha a simplesmente receber a titularidade e a delegação do serviço, sem ser submetido a concurso público. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é firme no sentido de que após a promulgação da Constituição Federal de 1988, o ingresso na atividade notarial e de registro ocorre apenas pela via única e exclusiva do concurso público, nos termos do § 3º do seu Art. 236 (AI 750519 AgR, Relator: Min. EROS GRAU, Segunda Turma, julgado em 20/10/2009, DJe-213 13-11-2009, RE 252313 AgR, Relator: Min. CEZAR PELUSO, Primeira Turma, julgado em 09/05/2006, DJ 02-06-2006 pp-00012, AgR-RE n. 413.082, Rel. Min. Eros Grau, DJ 5.5.06, RE 182.641/SP, Rel. Min. Otávio Gallotti, DJ 15.3.1996, AgR-RE 302.739/RS, Rel. Min. Nelson Jobim, DJ 26.4.2002, AgR-RE 541.408-2/MG, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, DJ 14.8.09). Com efeito, não há que se falar em direito adquirido à efetivação no cargo de Titular da serventia se o provimento se deu após a Constituição de 1988, sem a ocorrência de certame público. Diante do exposto, e em cumprimento a expressa atribuição constitucional (Art. 103-B, § 4º, II) no sentido de que compete ao Conselho Nacional de Justiça zelar pelos princípios que regem a administração pública (dentre eles o da impessoalidade), nego provimento à impugnação. Intime-se. Outrossim, o Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina informou que o serviço notarial encontra-se provido por candidata habilitada em concurso público, com delegação pelo Ato nº 60, de 20.1.2010. Concurso público encontra-se sub judice no STF (MS 28545). Intime-se.
- 24/01/2010 · VAGOEssa Serventia foi declarada vaga, pois seu titular foi nomeado ou designado sem a devida aprovação em concurso público regular.
Fonte: Cadastro Nacional de Serventias e Justiça Aberta, do Conselho Nacional de Justiça; população do IBGE. Cadastro lido em 03/11/2026.