Poxoréu — MT · CNS 063735
Cartório do 2º Ofício de Poxoréu
Tabelionato de Notas, Protesto de Títulos, Registro Civil das Pessoas Naturais e Registro Civil das Pessoas Jurídicas
Cartório do 2º Ofício de Poxoréu é uma serventia extrajudicial do município de Poxoréu (MT), com as atribuições de Tabelionato de Notas, Protesto de Títulos, Registro Civil das Pessoas Naturais e Registro Civil das Pessoas Jurídicas. Seu código no Cadastro Nacional de Serventias (CNS) é 063735.
A situação jurídica registrada no CNJ é provido, com Ludmilla Eveline de Freitas Fernandes como responsável.
No 1º semestre de 2026 declarou ao CNJ arrecadação de R$ 1.081.455 em 11.859 atos, 6,3% abaixo do mesmo semestre de 2025.
É a 2ª maior arrecadação entre as 2 serventias do município que declararam esse semestre.
Poxoréu tem 25.614 habitantes (IBGE, 2026) e 2 serventias ativas no cadastro.
Cadastro
- CNS
- 063735
- Atribuições
- Tabelionato de Notas; Protesto de Títulos; Registro Civil das Pessoas Naturais; Registro Civil das Pessoas Jurídicas
- Situação
- Ativa — provido
- Responsável
- Ludmilla Eveline de Freitas Fernandes
- Substituto
- Tiago Lero Silva
- Endereço
- Avenida Brasil N. 190 — Centro
- CEP
- 78800-000
- Município
- Poxoréu — Mato Grosso
- Telefone
- (65) 99346-7283
- CNPJ
- 41.719.971/0001-73
- Instalação
- 03/05/1932
- Informatizada
- Sim
- Equipe
- 13 pessoas (13 CLT)
Arrecadação por semestre
Valores declarados pela serventia ao CNJ no Justiça Aberta, em reais correntes (sem correção pela inflação).
| Semestre | Arrecadação | Atos | Repasses | Ao delegatário |
|---|---|---|---|---|
| 1º semestre de 2026 | R$ 1.081.455 | 11.859 | R$ 0 | R$ 1.081.455 |
| 2º semestre de 2025 | R$ 1.739.164 | 10.377 | R$ 347.833 | R$ 1.391.331 |
| 1º semestre de 2025 | R$ 1.153.577 | 10.087 | R$ 230.715 | R$ 922.861 |
| 2º semestre de 2024 | R$ 1.223.114 | 10.707 | R$ 316.458 | R$ 906.656 |
| 1º semestre de 2024 | R$ 1.216.537 | 11.338 | R$ 603.732 | R$ 612.805 |
| 2º semestre de 2023 | R$ 1.010.955 | 24.992 | R$ 948.440 | R$ 62.515 |
| 1º semestre de 2023 | R$ 1.214.035 | 10.078 | R$ 251.202 | R$ 962.833 |
| 2º semestre de 2022 | R$ 1.324.254 | 22.935 | R$ 477.260 | R$ 846.994 |
| 1º semestre de 2022 | R$ 1.105.717 | 12.287 | R$ 401.860 | R$ 703.857 |
| 2º semestre de 2021 | R$ 1.134.070 | 12.431 | R$ 203.171 | R$ 930.899 |
| 1º semestre de 2021 | R$ 494.481 | 8.640 | R$ 97.508 | R$ 396.974 |
| 2º semestre de 2020 | R$ 357.386 | 10.624 | R$ 1.253 | R$ 356.133 |
| 1º semestre de 2020 | R$ 273.856 | 8.395 | R$ 0 | R$ 273.856 |
| 2º semestre de 2019 | R$ 380.915 | 9.841 | R$ 56 | R$ 380.859 |
| 1º semestre de 2019 | R$ 257.286 | 10.168 | R$ 0 | R$ 257.286 |
| 2º semestre de 2018 | R$ 234.612 | 9.947 | R$ 0 | R$ 234.612 |
| 1º semestre de 2018 | R$ 290.705 | 12.184 | R$ 0 | R$ 290.705 |
| 2º semestre de 2017 | R$ 221.126 | 10.031 | R$ 0 | R$ 221.126 |
| 1º semestre de 2017 | R$ 263.979 | 12.626 | R$ 0 | R$ 263.979 |
| 2º semestre de 2016 | R$ 269.540 | 8.642 | R$ 0 | R$ 269.540 |
| 1º semestre de 2016 | R$ 240.321 | 12.561 | R$ 0 | R$ 240.321 |
| 2º semestre de 2015 | R$ 302.263 | 12.174 | R$ 0 | R$ 302.263 |
| 1º semestre de 2015 | R$ 240.964 | 12.392 | R$ 0 | R$ 240.964 |
| 2º semestre de 2014 | R$ 212.289 | 10.930 | R$ 145.014 | R$ 67.275 |
| 1º semestre de 2014 | R$ 224.602 | 9.698 | R$ 0 | R$ 224.602 |
| 2º semestre de 2013 | R$ 221.935 | 12.364 | R$ 0 | R$ 221.935 |
| 1º semestre de 2013 | R$ 160.786 | 12.701 | R$ 0 | R$ 160.786 |
| 2º semestre de 2012 | R$ 161.071 | 10.167 | R$ 0 | R$ 161.071 |
| 1º semestre de 2012 | R$ 119.718 | 10.095 | R$ 0 | R$ 119.718 |
| 2º semestre de 2011 | R$ 112.147 | 7.322 | R$ 0 | R$ 112.147 |
| 1º semestre de 2011 | R$ 109.460 | 16.560 | R$ 0 | R$ 109.460 |
| 2º semestre de 2010 | R$ 103.656 | 7.193 | R$ 0 | R$ 103.656 |
| 1º semestre de 2010 | R$ 73.238 | 8.216 | R$ 0 | R$ 73.238 |
| 2º semestre de 2009 | R$ 85.653 | 6.361 | R$ 0 | R$ 85.653 |
| 1º semestre de 2009 | R$ 75.631 | 5.660 | R$ 0 | R$ 75.631 |
| 2º semestre de 2008 | R$ 63.521 | 6.594 | R$ 0 | R$ 63.521 |
| 1º semestre de 2008 | R$ 58.228 | 6.698 | R$ 0 | R$ 58.228 |
| 2º semestre de 2007 | R$ 66.760 | 5.276 | R$ 0 | R$ 66.760 |
| 1º semestre de 2007 | R$ 61.417 | 322 | R$ 0 | R$ 61.417 |
| 2º semestre de 2006 | R$ 98.810 | 625 | R$ 0 | R$ 98.810 |
| 2º semestre de 2005 | R$ 94.949 | 525 | R$ 0 | R$ 94.949 |
Decisões sobre a delegação
- 26/04/2021 · PROVIDOStatus alterado pela corregedoria estadual.
- 24/03/2014 · VAGOFoi proposta Ação Cautelar, n.º 3550, pelo Responsável, Gerson de Oliveira, endereçada ao Supremo Tribunal Federal. Decisão: "Ante o exposto, com fundamento no art. 21, § 1º, do RISTF, evidenciada a incompetência do Supremo Tribunal Federal para a presente causa, determino a remessa dos autos ao Juízo competente, a Justiça Federal - Seção Judiciária do Distrito Federal. (...)."
- 12/07/2010 · VAGODECISÃO Trata-se de impugnação contra a Relação Provisória de Vacância da Corregedoria Nacional de Justiça, elaborada nos termos do Parágrafo Único, do Art. 2º, da Resolução 80, do Conselho Nacional de Justiça. Alega que tem direito adquirido, constando que na promulgação da Constituição Federal possuía os requisitos para sua efetivação (cinco anos em exercício até a data da publicação da CF/88), tendo direito adquirido alcançado pelo Art. 19, ADCT da Constituição de 88. Invoca a decadência do direito de a Administração anular atos administrativos. É o relato. Decido. O poder-dever da Administração de rever seus próprios atos encontra-se expresso no art. 54 da Lei nº 9.784/99, que define o prazo-limite de 5 anos para que a Administração possa anular os atos administrativos. O prazo estabelecido no referido artigo não se aplica para a declaração de nulidade de ato administrativo ilegal, mas tão somente aos atos anuláveis. Há reiteradas decisões do C. Supremo Tribunal Federal no sentido de que na atual ordem constitucional a investidura na titularidade de unidade do serviço extrajudicial, cuja vacância tenha ocorrido após a promulgação da Constituição Federal de 1988, depende da realização de concurso público para fins específicos de delegação, inexistindo direito adquirido ao que dispunha o artigo 208 da Constituição Federal de 1967, na redação da EC 22/1982, quando a vaga ocorreu já na vigência da Constituição Federal de 1988 (RE 182641, 378347 e 566314, MS 27118 e 27104, Agravos de Instrumento 516427 e 743906, ADI 417-4, 363-1 e ADI/MC 4140-1, dentre outros). Portanto, a titularização em um serviço notarial extrajudicial vago após a vigência da Constituição Federal de 1.988, de pessoa que não prestou concurso público regular, é ato que se dá em clara afronta ao princípio republicano da impessoalidade e ao princípio da estrita legalidade administrativa. Pela intensidade do vício, a transformação do interino em titular de um serviço extrajudicial é ato nulo e não simplesmente anulável Oswaldo Aranha Bandeira de Mello, em sua obra "Princípios Gerais de Direito Administrativo", Forense, vol. I, 1ª edição, 1969, p. 576/579, traz a seguinte lição quanto à diferenciação entre atos administrativos nulos e anuláveis: "A invalidade decorre sempre da violação de uma norma jurídica, que faz acarretar essa consequência. Pressupõe a prática de ato administrativo contrário à lei, tendo em vista fatos contemporâneos à sua emanação, e, então, os seus efeitos ficam perturbados, ante essa anormalidade...` Será nulo quanto à capacidade da pessoa se praticado o ato por pessoa jurídica sem atribuição, por órgão absolutamente incompetente, ou por agente usurpador da função. Será nulo quanto ao objeto, se ilícito ou impossível por ofensa frontal à lei, ou nele se verifique o exercício de direito de modo abusivo... Ao contrário, será simplesmente anulável, quanto à capacidade da pessoa, se praticado por agente incompetente, dentro do mesmo órgão especializado, uma vez o ato caiba, na hierarquia, ao superior. Outrossim, será tão-somente anulável o que padeça de vício de vontade decorrente de erro, dolo, coação moral ou simulação." Assim, designação posterior a 05 de outubro de 1988, que não seja decorrente de concurso público regular, só pode ter ocorrido a título precário, pouco importando o nome que lhe foi atribuído. Ainda que se entendesse que o ato irregular aqui analisado é anulável, há que se observar que a parte final do art. 54 da lei 9.784/1999 exclui os atos de má fé da proteção caracterizada pela decadência. A alteração do caráter da designação, de precária para definitiva, conforme pretende aquele que só pode ser considerado interino, caracteriza má fé incompatível com o princípio da segurança jurídica, cujo fundamento é proteger a confiança que se deposita no direito e no que é direito. O prazo decadencial de 05 anos para o desfazimento da irregularidade, portanto, tem por termo inicial o momento em que foi caracterizada a inversão do ânimo da posse por aquele que se julga dono do cartório, ou seja, a partir do momento em que o interino revelou, nesta impugnação, verdadeiro animus domini sobre serviço público que após a vigência da CF/1988 somente pode ser delegado por concurso público. O serviço pertence ao Estado e não a um particular nomeado com inobservância ao princípio da impessoalidade. A Ministra Ellen Gracie no MS28386 MC / DF, publicado em 01.12.2009, ressalva que situações flagrantemente inconstitucionais como a remoção, por permuta entre notários e/ou registradores, sem a devida submissão a concurso público não podem e não devem ser superadas pela simples incidência do que dispõe o art. 54 da Lei 9.784/99, sob pena de subversão das determinações insertas na Lei Maior do País, a Constituição Federal. Ademais, o novo Regimento Inte o do CNJ, que tem por fundamento o § 2º do Art. 5º da EC 45/2004, ressalva expressamente a inaplicabilidade do prazo decadencial de cinco anos quando o ato examinado afrontar diretamente a Constituição Federal (RICNJ, art. 91, parágrafo único). No mais, analisada a documentação encaminhada verifica-se que, conquanto o requerente tenha apresentado declaração regular de estabilidade fundada no art. 19 do ADCT, não há que se cogitar da efetivação na titularidade do serviço extrajudicial. A efetividade corresponde a um atributo de parte dos cargos públicos criados por lei, sendo certo que aqueles ocupam tais unidades em decorrência de aprovação em concurso de público podem adquirir a estabilidade, depois de preenchidos os requisitos constitucionais. Excepcionalmente o art. 19, ADCT garantiu estabilidade em tal situação. Titular ou interino de serviço extrajudicial não ocupa cargo público. A respeito do tema, quando analisou a questão sob a luz do art. 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, o C. Supremo Tribunal Federal decidiu em julgado de 03/11/2005, relator o Ministro Eros Grau (RE 416420) : A estabilidade conferida pelo Art. 19 do ADCT não atinge o recorrente, vez que o benefício somente alcançou servidores públicos da Administração direta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios, das autarquias e das fundações em exercício há pelo menos cinco anos antes da de publicada a Constituição do Brasil. No mesmo sentido: RE nº 388.589, Rel. Min. ELEN GRACIE, DJ de 06,08.04, AI 466848 / MG, Rel. Min. JOAQUIM BARBOSA, DJ 17.12.2009, AI 516427 AgR / MG, Rel. Min. GILMAR MENDES, DJ 27/04/2006, MS 28081/DF, Rel. Min. Cezar Peluso, DJ 05.02.2010, AI 464779/MG, Rel. Min. JOAQUIM BARBOSA, DJ 18.11.2009. Ante o exposto, e em cumprimento da atribuição constitucional de também zelar pela observância do art. 37 da Constituição Federal (Art. 103-B, § 4º, II, da CF), nego provimento a impugnação. Intime-se.
- 24/01/2010 · VAGOEssa Serventia foi declarada vaga em razão de declaração irregular de estabilidade fundada em norma inaplicável ao serviço extrajudicial (art. 19 do ADCT).
Outras serventias em Poxoréu
- Cartório do 1º Ofício de Poxoréu — Registro de Imóveis e Registro de Títulos e Documentos · R$ 3.025.775
Fonte: Cadastro Nacional de Serventias e Justiça Aberta, do Conselho Nacional de Justiça; população do IBGE. Cadastro lido em 03/11/2026.