Coromandel — MG · CNS 042887

cartorio do registro civil e notas

Tabelionato de Notas e Registro Civil das Pessoas Naturais

cartorio do registro civil e notas é uma serventia extrajudicial do município de Coromandel (MG), com as atribuições de Tabelionato de Notas e Registro Civil das Pessoas Naturais. Seu código no Cadastro Nacional de Serventias (CNS) é 042887.

A situação jurídica registrada no CNJ é vago, com Eustaquio Goncalves como responsável.

No 1º semestre de 2026 declarou ao CNJ arrecadação de R$ 98.683 em 538 atos, 18,5% abaixo do mesmo semestre de 2025.

É a 5ª maior arrecadação entre as 9 serventias do município que declararam esse semestre.

Coromandel tem 30.209 habitantes (IBGE, 2026) e 9 serventias ativas no cadastro.

R$ 98,7 mil
Arrecadação — 1S2026
R$ 98.683, declarada ao CNJ
538
Atos — 1S2026
538
-18,5%
Contra o ano anterior
1S2026 sobre 1S2025
5º de 9
Em Coromandel
Arrecadação no 1S2026

Cadastro

CNS
042887
Atribuições
Tabelionato de Notas; Registro Civil das Pessoas Naturais
Situação
Ativa — vago
Responsável
Eustaquio Goncalves
Substituto
Marielly Silva Cruz
Endereço
Rua Lagamar dos Coqueiros — Lagamar dos Coqueiros
CEP
38558-000
Município
Coromandel — Minas Gerais
Telefone
(34) 99107-8665
CNPJ
07.201.716/0001-04
Instalação
21/07/2004
Informatizada
Não
Equipe
1 pessoas (1 CLT)

Arrecadação por semestre

Valores declarados pela serventia ao CNJ no Justiça Aberta, em reais correntes (sem correção pela inflação).

SemestreArrecadaçãoAtosRepassesAo delegatário
1º semestre de 2026R$ 98.683538R$ 0R$ 98.683
2º semestre de 2025R$ 126.733846R$ 0R$ 126.733
1º semestre de 2025R$ 121.078622R$ 0R$ 121.078
2º semestre de 2024R$ 52.621627R$ 0R$ 52.621
1º semestre de 2024R$ 36.914420R$ 0R$ 36.914
2º semestre de 2023R$ 95.144756R$ 0R$ 95.144
1º semestre de 2023R$ 57.760597R$ 0R$ 57.760
2º semestre de 2022R$ 94.540714R$ 0R$ 94.540
1º semestre de 2022R$ 38.623338R$ 0R$ 38.623
2º semestre de 2021R$ 59.720512R$ 0R$ 59.720
1º semestre de 2021R$ 70.517521R$ 0R$ 70.517
2º semestre de 2020R$ 47.774396R$ 0R$ 47.774
1º semestre de 2020R$ 23.277171R$ 0R$ 23.277
2º semestre de 2019R$ 41.878379R$ 0R$ 41.878
1º semestre de 2019R$ 21.899174R$ 0R$ 21.899
2º semestre de 2018R$ 38.367342R$ 0R$ 38.367
1º semestre de 2018R$ 44.913352R$ 0R$ 44.913
2º semestre de 2017R$ 49.364373R$ 0R$ 49.364
1º semestre de 2017R$ 33.694409R$ 0R$ 33.694
2º semestre de 2016R$ 33.850258R$ 0R$ 33.850
1º semestre de 2016R$ 34.165249R$ 0R$ 34.165
2º semestre de 2015R$ 24.919261R$ 10.235R$ 14.683
1º semestre de 2015R$ 23.392291R$ 10.888R$ 12.503
2º semestre de 2014R$ 38.461265R$ 0R$ 38.461
1º semestre de 2014R$ 14.916212R$ 0R$ 14.916
2º semestre de 2013R$ 22.915224R$ 0R$ 22.915
1º semestre de 2013R$ 22.750288R$ 0R$ 22.750
2º semestre de 2012R$ 9.909132R$ 0R$ 9.909
1º semestre de 2012R$ 10.742468R$ 0R$ 10.742
2º semestre de 2011R$ 9.438192R$ 0R$ 9.438
1º semestre de 2011R$ 22.42376R$ 0R$ 22.423
2º semestre de 2010R$ 8.59292R$ 0R$ 8.592
1º semestre de 2010R$ 7.458134R$ 0R$ 7.458
2º semestre de 2009R$ 4.47984R$ 0R$ 4.479
1º semestre de 2009R$ 6.709169R$ 0R$ 6.709
2º semestre de 2008R$ 25.400432R$ 0R$ 25.400
1º semestre de 2008R$ 11.339137R$ 0R$ 11.339
2º semestre de 2007R$ 2.58189R$ 0R$ 2.581
1º semestre de 2007R$ 5.50084R$ 0R$ 5.500
2º semestre de 2006R$ 9.360252R$ 0R$ 9.360
2º semestre de 2005R$ 9.360420R$ 0R$ 9.360

Decisões sobre a delegação

  • 12/07/2010 · VAGO
    Trata-se de impugnação contra a Relação Provisória de Vacância da Corregedoria Nacional de Justiça, elaborada nos termos do Parágrafo Único, do Art. 2º, da Resolução 80, do Conselho Nacional de Justiça. Da documentação acostada à impugnação, constata-se que o impugnante, Sr. Eustaquio Gonçalves, foi designado para responder pelo Cartório de Registro Civil e Notas do Distrito de Lagamar dos Coqueiros, comarca de Coromadel - MG, até a concessão da delegação efetiva, por concurso, conforme ato do Gove ador do Estado, de 21.7.2004. Junta os documentos. É o relatório. Quanto à preliminar suscitada pelo interessado nesta impugnação: DECADÊNCIA ADMINISTRATIVA O impugnante requer a aplicação do art. 54 da Lei nº 9.784/99, que define o prazo-limite de 5 anos para que a Administração possa anular os atos administrativos. O prazo previsto no artigo 54 da Lei n. 9.784/1999 não se aplica para a declaração de nulidade de ato administrativo ilegal, mas tão somente aos atos anuláveis. Há reiteradas decisões do C. Supremo Tribunal Federal no sentido de que na atual ordem constitucional a investidura na titularidade de unidade do serviço extrajudicial, cuja vacância tenha ocorrido após a promulgação da Constituição Federal de 1988, depende da realização de concurso público para fins específicos de delegação, inexistindo direito adquirido ao que dispunha o artigo 208 da Constituição Federal de 1967, na redação da EC 22/1982, quando a vaga ocorreu já na vigência da Constituição Federal de 1988 (RE 182641, 378347 e 566314, MS 27118 e 27104, Agravos de Instrumento 516427 e 743906, ADI 417-4, 363-1 e ADI/MC 4140-1, dentre outros). Portanto, a titularização em um serviço extrajudicial vago após a vigência da Constituição federal de 1.988, de pessoa que não prestou concurso público regular, é ato que se dá em clara afronta ao princípio republicano da impessoalidade e ao princípio da estrita legalidade administrativa. Pela intensidade do vício, a transformação do interino em titular de um serviço extrajudicial é ato nulo e não simplesmente anulável Oswaldo Aranha Bandeira de Mello, em sua obra "Princípios Gerais de Direito Administrativo", Forense, vol. I, 1ª edição, 1969, p. 576/579, traz a seguinte lição quanto à diferenciação entre atos administrativos nulos e anuláveis: "A invalidade decorre sempre da violação de uma norma jurídica, que faz acarretar essa conseqüência. Pressupõe a prática de ato administrativo contrário à lei, tendo em vista fatos contemporâneos à sua emanação, e, então, os seus efeitos ficam perturbados, ante essa anormalidade...” “Será nulo quanto à capacidade da pessoa se praticado o ato por pessoa jurídica sem atribuição, por órgão absolutamente incompetente, ou por agente usurpador da função. Será nulo quanto ao objeto, se ilícito ou impossível por ofensa frontal à lei, ou nele se verifique o exercício de direito de modo abusivo... Ao contrário, será simplesmente anulável, quanto à capacidade da pessoa, se praticado por agente incompetente, dentro do mesmo órgão especializado, uma vez o ato caiba, na hierarquia, ao superior. Outrossim, será tão-somente anulável o que padeça de vício de vontade decorrente de erro, dolo, coação moral ou simulação." Assim, designação posterior a 05 de outubro de 1988, que não seja decorrente de concurso público regular, só pode ter ocorrido a título precário, pouco importando o nome que lhe foi atribuído. Ainda que se entendesse que o ato irregular aqui analisado é anulável, há que se observar que a parte final do art. 54 da lei 9.784/1999 exclui os atos de má fé da proteção caracterizada pela decadência. A alteração do caráter da designação, de precária para definitiva, conforme pretende aquele que só pode ser considerado interino, caracteriza má fé incompatível com o princípio da segurança jurídica, cujo fundamento é proteger a confiança que se deposita no direito e no que é direito. O prazo decadencial de 05 anos para o desfazimento da irregularidade, portanto, tem por termo inicial o momento em que foi caracterizada a inversão do ânimo da posse por aquele que se julga “dono do cartório”, ou seja, a partir do momento em que o interino revelou, nesta impugnação, verdadeiro animus domini sobre serviço público que após a vigência da CF/1988 somente pode ser delegado por concurso público. O serviço pertence ao Estado e não a um particular nomeado com inobservância ao princípio da impessoalidade. A Ministra Ellen Gracie no MS28386 MC / DF, publicado em 01.12.2009, ressalva que “situações flagrantemente inconstitucionais como a remoção, por permuta entre notários e/ou registradores, sem a devida submissão a concurso público não podem e não devem ser superadas pela simples incidência do que dispõe o art. 54 da Lei 9.784/99, sob pena de subversão das determinações insertas na Lei Maior do País, a Constituição Federal.”. Ademais, o novo Regimento Inte o do CNJ, que tem por fundamento o § 2º do Art. 5º da EC 45/2004, ressalva expressamente a inaplicabilidade do prazo decadencial de cinco anos quando o ato examinado afrontar diretamente a Constituição Federal (RICNJ, art. 91, parágrafo único). Pelo exposto, rejeito a prejudicial. Quanto à efetivação da titularidade na serventia, a atual Constituição Federal, em outubro de 1988, dispôs: "Art. 236 - Os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado, por delegação do Poder Público. (....) Parágrafo 3º - O ingresso na atividade notarial depende de concurso público de provas e títulos, não se permitindo que qualquer serventia fique vaga, sem abertura de concurso de provimento ou remoção, por mais de seis meses." A contar da vigência da Constituição de 1988, foi estabelecida a regra do concurso público para o ingresso na atividade notarial e de registro. A conclusão é a de que, a partir de outubro de 1988, não mais pode subsistir o critério que inobserve o princípio constitucional da impessoalidade do art. 37 da CF, ou seja, não se admite que alguém venha a simplesmente receber a titularidade e a delegação do serviço, sem ser submetido a concurso público. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é firme no sentido de que após a promulgação da Constituição Federal de 1988, o ingresso na atividade notarial e de registro ocorre apenas pela via única e exclusiva do concurso público, nos termos do § 3º do seu Art. 236 (AI 750519 AgR, Relator: Min. EROS GRAU, Segunda Turma, julgado em 20/10/2009, DJe-213 13-11-2009, RE 252313 AgR, Relator: Min. CEZAR PELUSO, Primeira Turma, julgado em 09/05/2006, DJ 02-06-2006 pp-00012, AgR-RE n. 413.082, Rel. Min. Eros Grau, DJ 5.5.06, RE 182.641/SP, Rel. Min. Otávio Gallotti, DJ 15.3.1996, AgR-RE 302.739/RS, Rel. Min. Nelson Jobim, DJ 26.4.2002, AgR-RE 541.408-2/MG, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, DJ 14.8.09). Com efeito, não há que se falar em direito adquirido do substituto à efetivação na serventia. Diante do exposto, e em cumprimento a expressa atribuição constitucional (Art. 103-B, § 4º, II) no sentido de que compete ao Conselho Nacional de Justiça zelar pelos princípios que regem a administração pública (dentre eles o da impessoalidade), nego provimento à impugnação. Intime-se o impugnante.
  • 24/01/2010 · VAGO
    Essa Serventia foi declarada vaga, pois seu titular foi nomeado ou designado sem a devida aprovação em concurso público regular.

Outras serventias em Coromandel

Fonte: Cadastro Nacional de Serventias e Justiça Aberta, do Conselho Nacional de Justiça; população do IBGE. Cadastro lido em 03/11/2026.